sábado, 12 de março de 2011

Síndrome do Empregado e Donuts


   Homens e mulheres de todo o país, ou melhor, universo. Vem aí uma síndrome que talvez você já tenha sentido alguns dos sintomas ou que provavelmente conhece alguém que os tenha manifestado.  Chama-se  Síndrome do Empregado ou, como eu resolvi denomina-la, Síndrome dos Donuts

 Não se sabe ao certo quando ela surgiu. Parto do pressuposto que ela se iniciou quando Eva deixou de lado seus afazeres domésticos e se aventurou em buscar em uma inocente maça um coffee-break prolongado e transmitiu geneticamente esse mal universal (idéia Lamarkista?). Enfim, a Síndrome do Empregado nada mais é do que falta de determinação, brilho nos olhos, automotivação, características essenciais para se estabelecer em um mercado tão competitivo quanto o atual. De que se servem qualificações, ou melhor, pilhas e pilhas delas, quando em essência há escassez de vontade e interesse? Quem sofre da Síndrome do Empregado é geralmente associado à imagem de uma pessoa "acomodada". É aquela que precisa de auto-motivação proporcionada por outros indivíduos para realizar seu trabalho. A supervisão é algo natural no início, porém deve ser convertida em seguida por auto-suficiência, e é nesse sentido que nossa colega Eva e tantos outros pecam. O mercado exige independência inteligente, isso é, que sozinhos os empregados saibam adotar escolhas e escolhas certas. 


Lembram-se da cena do Homer em Simpsons? A imagem de um homem estirado no sofá, assistindo TV e comendo donuts? Pois é essa a impressão que tenho de muitos profissionais no ambiente de trabalho. Por isso apelidei essa a Síndrome dos Donuts. Troque o sofá pela cadeira de trabalho, a TV por um computador conectado ao Orkut , e os donuts por.....bem, donuts. 




                                                               Um caso famoso da Síndrome do Empregado

Nenhum comentário:

Postar um comentário