sábado, 9 de julho de 2011

terça-feira, 15 de março de 2011

Coolhunting

Cool hunting. Definitivamente minha nova palavra predileta.

Wikepedia define: New breed of marketing professionals, called coolhunters. It is their job to make observations and predictions in changes of new or existing cultural trends. The word derives from the aesthetic of "cool".

Need inspiration? Eu recomendo: coolhunting.com





segunda-feira, 14 de março de 2011

Obama convida você



                                                                   Pena que é no Rio....

Outch!


E do outro lado do mundo...

Bolsa de Valores de Tokyo 14/03/2011

Fonte: Tokyo stock exchange 14/03/2011






domingo, 13 de março de 2011

Amanhã, outro tsunami: Nikkei.

                                 Fonte: Diário do Nordeste- Globo- 12/03/2011



     Pouco antes do fechamento da Bolsa de Valores de Nikkei, um Tsunami com nada menos do que ondas de 11,4m atingiu a costa nordeste do país. Já é considerada a maior tragédia da história do Japão. No Youtube se tem acesso à vídeos impressionantes, carros, aeronaves, navios e casas sendo arrastados por uma força surpreendente das águas. Incêndios estão nascendo a cada instante em lugares diferentes, dentre eles refinarias de petróleo, indústrias e, o pior de tudo, até usinas nucleares. Tokyo está sem telefone. Pessoas do mundo todo olham sem piscar os olhos a tragédia que abalou nessa última sexta-feira, dia 11/03/2011, uma das maiores economias do planeta.

    Tóquio encerrou a sessão com uma queda de -1,72%. O que eu me questiono é: houve tempo suficiente para se calcular as conseqüências de tamanha tragédia no momento em que ela ocorria? Provavelmente não. É por isso que, nessa segunda-feira, prevejo que ocorra outro Tsunami chamado Nikkei. Com ele, bolsas de todo o mundo despencarão. Afinal, o Japão é a terceira maior economia do planeta, e contando com as perdas recentes e analisando as incertezas de seu futuro, que é ameaçado com a fragilidade de uma usina nuclear que foi danificada, tudo pode acontecer. 




Como Alain de Botton pode mudar a sua vida



               Declaro aqui minha admiração pelo escritor Alain de Botton. Primeiramente uma breve introdução: nasceu na Suiça em 1969, mas passou grande parte da sua vida na Inglaterra. Graduou-se em filosofia na Cambridge University e é Ph.D pela Harvard University. Mais do que tudo isso, ele é meu livro de cabeceira predileto, e sem dúvida pode ser o seu também.

               Me recordo das aulas de filosofia do Ensino Médio vagamente. Considerava ser aulas menos relevantes para a vida prática e estava focada em entender sobre o Brasil pós Getúlio Vargas, pilhas eletroquímicas e a função áurea (essas todas sim, muito importantes na vida).

             Ledo engano; mal sabia eu na época, mas a filosofia teria tido um impacto muito grande na minha vida e talvez influenciado muitas decisões, e simplesmente me levado a seguir outros caminhos. Adquiri o livro Consolações da filosofia junto com minha irmã, que se interessou pela descrição dele na internet. Pensei "Mais um livro de auto-ajuda", li o primeiro capítulo, mas a história de Sócrates não me cativou muito e logo abandonei a leitura, e minha irmã fez o mesmo.

           Na biblioteca aquele livro permaneceu durante mais um ano e meio ou talvez dois anos. Certo dia, olhando pelas estantes e buscando algo que me tirasse do dia monótono que estava tendo, olhei para ele e pensei "Acho que deveria dar uma segunda chance para você".

          Sócrates então não me pareceu tão tedioso como antes. Muito pelo contrário, parecia que haviam pegado aquele livro, arrancado algumas páginas e colocado novas no lugar, pois tudo ali parecia agora fazer sentido. Haviam ali mais do que lições de vida, mas lições para minha vida. Muito do que eu li pude relacionar com o que havia acontecido durante esse um ano e meio ou dois anos em que esse livro permaneceu ali na estante, tímido, com vontade de se fundir aos livros pré-vestibular. Nunca tive a sensação de ler um livro como esse, no qual você conversa, ri e até mesmo chora com o autor. Ganhei um novo amigo, e queria continuar a conversa por muitos outros dias. Foi ai que dei início a minha pequena coleção:

1. Consolações da Filosofia
2. A arte de viajar
3. Status anxiety ("Desejo de status")
4. Como Proust pode mudar a sua vida


  São tantos os grifes nas páginas desses livros que ficou difícil falar qual eu gostei mais. Certamente acho que o primeiro teve um impacto maior, foi ai que eu me apaixonei. Resolvi até traduzir o início dos Ensaios de Montaigne depois de tanto ler sobre ele nos livros de Botton. Se você está procurando por alguém para conversar, aconselho-te esse amigo, não irá se arrepender.

Deixo esse post com uma de suas frases finais:

"Nem tudo que nos faz sentir melhor é bom para nós. Nem tudo que magoa pode ser ruim" Alain de Botton, em As consolações da filosofia.

sábado, 12 de março de 2011

Fim às dúvidas! Viva os Macarons!

 

         Ladurée. Anote esse nome em algum lugar se planeja viajar algum dia para Paris (e tiver tempo para ficar algumas horas na fila dessa pâtisserie). Ou, mesmo que não planeje, pelo menos conheça um pouco sobre essa Fantástica Fábrica de Macarons. 


          Macarons são muito parecidos com suspiros (na aparência) mas possuem um sabor totalmente diferenciado. Mas afinal o que é um Macaron? É um doce feito basicamente de ovo, acuçar de confeiteiro, açucar granulado, farinha de amêndoas e coloração artificial, contando ainda com um recheio no meio. É bem antigo. Reza a lenda que foram inventados em um Monastério Italiano e mais tarde introduzido na França por Catarina de Médici no seu casamento com Henrique II em 1533. Em São Paulo descobri que alguns lugares já estão vendendo essa iguaria da culinária francesa como a Douce France na Alameda Jaú e a Sódoces  em Moema. Nada melhor do que uma foto para descreve-los:


      
    
   Voltando para o assunto principal que é a Ladurée, esse estabelecimento magnífico me cativou não só pelos Macarons, mas pela sua arquitetura, display das guloseimas, design do estabelecimento e das embalagens dos produtos. Todo o ambiente faz com que não se trata da venda de simples doces, mas sim de jóias de verdade.


              
     










Do lado direito a pâtisserie Ladurée e à esquerda a joalheria Cartier, ambas em Paris. 


     Esses dois estabelecimentos ficam apenas a 450 metros de distância um do outro. Apesar de venderem produtos completamente diferentes, estão focamos em um grupo semelhante de consumidores: aqueles que podem e querem pagar caro por um produto de alta qualidade. Por 35 euros (em 12/03/2011) estimado em aproximadamente R$81,00 uma pessoa pode usufruir de uma pequena amostra de doces na Ladurée.


      O problema é que o crescimento da fama de seus doces fez com que turistas curiosos do mundo todo façam filas infinitas para provar um pouco do paraíso. O preço é razoável pois não se está comprando apenas doces e sim a experiência de estar em um lugar tão requintado digno de  Audrey Hepburn. O serviço, no entanto, tendeu a decair um pouco devido à superlotação. Li sobre uma pessoa que passou 2 horas lá dentro, não por que estava lendo um livro ou por que queria fazer valer cada centavo que pagou, mas por que foi ignorada boa parte do tempo.


     Na sua opinião qual seria a solução para esse problema? Algumas das opções possíveis seriam:


1. Aumentar os preços
2. Criar mais estabelecimentos
3. Aumentar o número de staff




  É difícil estabelecer uma solução sem saber ao certo todas as estatísticas, mas creio que dentre as que citei a melhor seria a número dois (que acarreta na número 3). E foi o que de fato aconteceu. Fazendo esse post descobri que há 7 docerias na França e também algumas espalhadas pelo mundo, como Nova York e Hong Kong.


O Brasil fica na espera....








visite: http://www.laduree.fr/